sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mais Rima Pobre.

Como havia prometido, colocarei agora outros esqueletos de poemas que fiz em minha puberdade. kkkkkkkkk

BRASIL SABÃO


Brasil sabão,

Com tanta corrupção,

Nesse caso, político é a melhor profissão.


A justiça é lenta,

A espuma cobre as tormentas,

De uma desordem pública,

Que nem os Deuses agüentam.


O narcotráfico está em alta

Matar policial também.

O governo só fala,

Mas não protege ninguém.


Inocentes estão morrendo,

Deslizando nessa aguaceira.

O medo da população está crescendo,

E a violência comendo pelas beiras.


PM, civil, agentes e guardas municipais.

Até bombeiro, não vive mais em paz.

Não se sabe o que fazer.

O melhor é pedir pra Deus nos proteger.


Quem manda é o governo paralelo,

Lá os traficantes têm mais crédito.

Tornando a sociedade uma vítima,

Desses infratores e políticos pé-de-chinelo.


Sanguessugas e mensalão,

Pense num bando de ladrão.

Foliaduto não pode estar de fora,

Pois o irmão de nossa senhora,

Está no meio da confusão.


Que venha a eleição,

Vamos nos dar as mãos,

E mostrar para esses aproveitadores,

De quem é a decisão.

Até porque nosso país não é uma bolha de sabão.


A CAGANEIRA


Êta dor danada,

Não sabia o que fazer.

Ora ria ora chorava,

Pro banheiro vou correr.


A dor ia e voltava,

No banheiro a emoção.

Mas a danada da feze,

Não saia, não.


Tive um dia de rainha,

No trono eu fiquei.

Roguei por minha mãezinha,

Daí não mais chorei.


No vazo o tempo passava,

Me batia a solidão.

A agonia se destacava,

Gritei por meu irmão.


João vendo a situação,

Me socorreu com um chá.

Pegou em minha mão,

E eu me pus a delirar.


Depois de muita peleja,

Consegui e ri numa alteza,

Joãozinho exclamou, que besteira,

Ô merda dura pra provocar canseira.


A APRENDIZ


Não sei rimar,

Nem tão pouco falar.

Faço poesia por gostar.


Não se chatei, vou me aperfeiçoar.

E daqui a algum tempo tu vai adorar,

Implorando pra negrinha, aqui, recitar.


Métricas só complicam,

Palavras soltas facilitam.

Assim os poetas se arriscam.


O Drumond é o meu ídolo,

Jorge Amado do nordeste também.

Escritores iguais a estes não tem.


Dizem que estou louca,

De tanto declamar poemas sou rouca.

Ainda tenho que aturar a família,

Que me manda calar a boca.


Viva a liberdade de expressão.

Pena que o poeta potiguar durma no chão.

Mas graças ao apoio do SESI,

De fome ele não morre, não.


Bom, eu tenho outras em mãos, mas não estão finalizadas como as que acabo de postar. Acho melhor não colocá-las aqui.


Até breve.




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